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Fábriccca de Edições

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Todo contéudo cultural das edições da Fábriccca pode acessado aqui. É só clicar nas capas e aproveite toda as informações da revista cultural de Campinas.

Edição 00/ Nov/Dez 2013

Editorial

 

“No futuro toda a gente será famosa durante quinze minutos”. E parece que Andy Warhol, autor desta frase, estava certo. Vivemos em tempos muito malucos: pessoas, rostos, memes da web, celebridades e sentimentos chegam e vão embora tal qual chuva de verão. Mas por algum tempo, precisamos parar. Respirar, pensar, absorver.

O mesmo Andy Warhol deu ao seu estúdio o nome de Factory, ou seja, Fábrica (eureca, como somos inteligentes!). Lá, ele pensava a indústria cultural e transformava elementos da cultura de massa em obras de arte que hoje são muito respeitadas. Foi pensando nisso que surgiu a Fábriccca, esta revista que deseja falar de cultura.

Mas que tipo de cultura? Só a cultura “respeitada”? Não. Podemos falar de latinhas de molho de tomate – aquelas que Andy Warhol pintou. Podemos falar de música clássica e de kuduro, assim como podemos tratar de pessoas que são famosas por quinze minutos. Tudo isso faz parte da nossa cultura, goste ou não goste.

Você já parou para imaginar que aquela mostra enfadonha de artefatos históricos pode ser muito interessante se você souber olhar? E que aquele cantor popular de que você odeia pode ser fonte de muitos debates interessantes?

Foi pensando nisso que fizemos esta revista para você. A Fábriccca começa com dois papos interessantes para “entrar no clima”: cotas em universidades e vegetarianismo. Ecléticos que somos, falamos sobre a produção regional no cinema em um virar de página: conversamos com Marcos Otero, diretor do filme “Catarina – A Lenda da Loira do Banheiro”. Os livros são destaque na matéria sobre o jornalismo literário e no artigo sobre os autores que estão se destacando na literatura fantástica brasileira. A música invade nossa revista na matéria sobre a Deventter, banda campineira de rock progressivo.

Nossa matéria de capa fala da importância dos cineclubes e da exibição de filmes fora do eixo comercial, com o belo exemplo do Museu da Imagem e do Som, o MIS Campinas, que fica no importante palácio dos azulejos e tem suas exibições pouco divulgadas. O pensamento crítico sobre atualidades permanece forte no artigo sobre como a mídia tratou a invasão a um laboratório que fazia testes em animais. E se debates sérios sobre cotas raciais nas universidades deixam o tom da revista um pouco denso, as lindas fotografias selecionadas pela nossa reportagem tornam-se um deslumbre para os olhos. Por fim, o perfil de uma jornalista famosa e polêmica é a cereja do bolo para debater com os amigos.

 

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